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Sustentabilidade

Produção

As práticas alinhadas com a Política de Bem-estar Animal da Companhia são adotadas desde o recebimento do animal na unidade produtiva até o abate.

Bovinos



A operação de carne bovina da JBS, até o momento, é a única do setor no Brasil que possui câmeras de monitoramento para avaliação dos indicadores de bem-estar animal em 100% de suas unidades. Com isso, é possível acompanhar à distância todo o processo, desde o desembarque até o abate dos animais, além de ser um estímulo ao engajamento dos colaboradores que realizam o manejo do gado. O monitoramento das operações relacionadas ao manejo dos animais nas unidades produtivas é realizado por profissionais capacitados para o treinamento da mão-de-obra, de forma a qualificar os colaboradores e implementar ações corretivas, quando necessário.


Para melhor aderência à Política de Bem-estar Animal adotada pela JBS, foi criado um termo de responsabilidade, em 2016, por meio do qual os colaboradores das unidades de processamento reconhecem que possuem informações sobre as diretrizes estabelecidas pela Companhia. Há, ainda, uma plataforma com vídeos e outros materiais técnicos sobre as boas práticas de manejo disponíveis aos colaboradores e aos motoristas da JBS Transportadora e terceiros.


Aves



Em 2016, a Seara desenvolveu um check-list específico para que as equipes de Qualidade das unidades industriais possam avaliar os indicadores de bem-estar animal a cada trimestre, atendendo aos princípios éticos, legais e técnicos sobre o tema. O check-list foi elaborado com base nas legislações vigentes e nas recomendações da ONG World Animal Protection (WAP), além de observar exigências de clientes e certificações. A rotina inclui o desenvolvimento de planos de ação estruturados em casos de desvios.


Indicadores como densidade no transporte e condições adequadas no descarregamento, ambiência e condições na espera, eficiência de insensibilização, tempo de jejum, eficiência da sangria, lesões e registros de mortalidade no transporte (com estudo de causas quando necessário) compõem esse check-list.

A temperatura também é um fator muito importante a ser monitorado. Ao chegar na unidade produtiva, as aves são mantidas no galpão de espera em condições de conforto térmico pelo uso do sistema de ventilação e/ou nebulização e cobertura adequada contra incidência direta de raios solares e tempos adversos, como chuva, vento, granizo etc. A umidade e a temperatura ambiente são monitoradas em todas as unidades, e o controle é feito por meio de um conjunto de indicadores visual, eletrônico e térmico.

Com relação ao pré-abate, cada planta possui, no mínimo, um responsável por turno com certificado de treinamento em bem-estar animal.

Toda a equipe de pendura é treinada para manusear corretamente as aves, de forma a evitar injúrias e estresse. A Gerência da unidade é responsável por garantir que seja empregada uma quantidade suficiente de colaboradores na linha de pendura durante todo o processo, que funciona em uma velocidade que não cause estresse e angústia às aves. Após a pendura, os animais passam por um processo de insensibilização e, somente as aves insensibilizadas, são abatidas.


Suínos



Em 2016, a Seara também desenvolveu para suínos um check-list específico para que as equipes de Qualidade das unidades industriais pudessem avaliar os indicadores de Bem-estar Animal a cada trimestre, atendendo aos princípios éticos, legais e técnicos sobre o tema. O check-list foi elaborado com base nas legislações vigentes e nas recomendações da ONG World Animal Protection (WAP) , além de observar exigências de clientes e certificações. A rotina inclui o desenvolvimento de planos de ação estruturados em casos de desvios.


Indicadores como densidade no transporte e condições adequadas no descarregamento, ambiência e condições na espera, eficiência de insensibilização, tempo de jejum, eficiência da sangria, escorregões/quedas e registros de mortalidade no transporte (com estudo de causas quando necessário) compõem esse check-list.

Para compras de suínos de terceiros é requerido contratualmente o atendimento de requisitos técnicos ou normas de produção, tendo seu atendimento inspecionado no recebimento, bem como nos controles de produção e laboratorial.

Com relação ao bem-estar animal no pré-abate, cada unidade produtiva deve possuir, no mínimo, um responsável por turno com certificado de treinamento no assunto. Os colaboradores que trabalham diretamente com o animal vivo recebem treinamento ao menos uma vez ao ano e trabalham focados em boas práticas de manejo e bem-estar animal.

Antes do abate, o animal é insensibilizado, de forma que não sinta dor durante o processo. Métodos e controles são adotados de forma a garantir que a insensibilização seja eficaz, como garantir a aplicação dos parâmetros elétricos adequados e manutenção dos eletrodos limpos e sem desgaste, e, no caso de suínos, garantir que estejam com a pele úmida e sem excesso de sujidades. No caso do uso de CO2 é garantida a concentração adequada, tempo mínimo e quantidade de suínos na câmara.