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Comunicação

Entrevista com Geraldo Fróis, coordenador do Rh Corporativo

Em comemoração ao dia dos pais, ele que é pai do Pedro, do Matheus, da Marina e da Isabela,
conta como é exercer a missão da paternidade e administrar sua carreira

1) Como você concilia a paternidade com o trabalho?

Não dá para dissociar os dois papeis, o profissional e o pai, somos humanos e não desligamos um “sistema” para ligar outro, no final essa relação tem aspectos positivos. A relação com os filhos ajuda e contribui para relação que tenho com a minha equipe. Já meu Time me auxilia a orientar a realidade para os meus filhos. O que devo fazer é ficar atento para não deixar que um roube o tempo do outro e afete negativamente em ambos. É importante estar inteiro, presente e focado em cada uma das missões.

2) O que a paternidade significa pra você?

Ser pai é uma certeza que vai além da ideia de continuidade, é a garantia de propósito de vida, de ter uma razão diária para lutar e ser uma pessoa melhor.

3) Quais os valores você busca passar para os seus filhos?

O principal valor é a Simplicidade e a missão mais difícil é convencê-los que a busca principal da vida não deve ser por “ter” coisas materiais e sim por sermos sempre pessoas melhores e honradas, sermos felizes com o que temos e principalmente respeitados pelo exemplo que damos. O maior legado não é a herança que vai ficar mas o tipo de ser humano que deixamos para vida.

 4) Qual a parte mais difícil de ser pai?

A parte mais difícil hoje é o enfrentamento da concorrência na formação dos filhos, os influenciadores, sedutores de superficialidades e coisas voltadas para a ostentação que por muitas vezes tornam os jovens egoístas e individualistas. Estamos sempre em busca de traze-los para a nossa realidade, com o propósito que sejam seres humanos com valores concretos.

5) Qual momento mais marcante você já passou com os seus filhos?

Existem muitos momentos que ficam marcados na nossa mente, foram tantos desde a chegada de cada um, a formação em cada ciclo escolar, os aniversários, as comemorações em família, as viagens, as brigas, enfim tem muita coisa especial que faz a paternidade valer a muito pena.

6) Você e sua esposa trabalham na mesma empresa, como seus filhos enxergam essa relação, é uma forma de inspiração de carreira para eles?

Hoje eu e minha esposa trabalhamos na JBS, mas por muito tempo dividimos os papeis, entre um ser mais provedor e outro mais educador, são escolhas e renúncias que fazemos conscientes. Com eles crescidos, aproveitamos o tempo livre para estarmos juntos. Nesse momento de pandemia, com o isolamento social, eles se aproximaram do nosso trabalho, passaram a entender nossas funções e também podemos passar mais tempo em família.

 

 


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