Na última quarta-feira (26), a JBS anunciou seu resultado do 4º trimestre de 2019 e o balanço total do ano passado [...]

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Comunicação

CEO Global afirma compromisso com o país diante do Coronavírus

Na última quarta-feira (26), a JBS anunciou seu resultado do 4º trimestre de 2019 e o balanço total do ano passado. Os números foram excelentes, a Companhia alcançou recorde de indicadores, no entanto, a divulgação acontece no momento em que o mundo enfrenta a situação do Coronavírus. O CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni, afirmou à imprensa que o desempenho financeiro da JBS permite que a empresa preserve o emprego de seus colaboradores diante desse cenário e que assumimos o compromisso de alimentar a população no momento em que ela precisa ficar em casa cuidando da saúde.

O CEO disse que, mais do que nunca, nossa atividade é essencial para a sociedade. “Nosso papel nesse momento difícil que o mundo enfrenta é manter a nossa produção para alimentar as pessoas. Nossa indústria é vital nesse momento e vamos manter nossa operação com toda segurança para nossos colaboradores tomando todas as medidas preventivas e recomendadas de combate ao coronavírus”, afirmou.

O posicionamento da empresa foi destaque em Matéria do Valor Econômico. Confira o resumo do que foi publicado:

Balanço: A JBS teve o melhor ano de sua história em 2019. A combinação entre o desempenho positivo dos negócios nos EUA, a disparada da demanda chinesa e uma substancial redução das despesas financeiras levou a companhia a um lucro líquido recorde de R$ 6,068 bilhões no ano passado. Pela primeira vez na história, a JBS ultrapassou a marca de R$ 200 bilhões em receita líquida. Gilberto Tomazoni, CEO global da JBS, aponta que a ordem é manter os empregos e a produção, para garantir o abastecimento de carnes durante a pandemia, e seguir em frente com um pacote bilionário de investimentos. Na divisão de bovinos no Brasil, a JBS teve crescimento de quase 100% nas vendas à China, com os volumes avançando 61%. A divisão Seara teve receita líquida de R$ 5,7 bilhões, alta de quase 24% sobre o quarto trimestre de 2018, graças a uma demanda ainda aquecida no Brasil e em mercados no exterior.