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Conheça a história da Layenne Carreiro, advogada da JBS.

Redação Conteúdo -

Redação Conteúdo 12 de fevereiro de 2021

 

Layenne Carreiro, natural de Belém, começou a sua carreira na Universidade Federal do Pará (UFPA), onde se formou advogada. Iniciou sua carreira trabalhando como assistente administrativa em uma empresa de transporte, essa experiência durou 5 anos (praticamente todo o seu curso). Continuou lá mesmo depois de receber sua OAB, trabalhando como advogada na área trabalhista e do direito do consumidor. Nesse 1 ano e meio teve experiência com audiências trabalhistas, processos e uma rotina voltada a essas duas áreas.

 

Como tudo começou aqui na JBS!

A história da Layenne com a JBS começou através de uma publicação nas redes sociais onde estavam rolando as inscrições para o PAT 2018 – Programa de Advogados Trabalhista, a terceira turma do programa.

“Comecei a ler sobre os objetivos do PAT e fiquei bem surpresa porque são poucos os programas desse tipo que nós encontramos no mercado de trabalho. E principalmente me surpreendeu a JBS buscar primarizar o departamento jurídico (especificamente a área trabalhista), isso porque é costume nas demais empresas terceirizar essas atividades.”

 

Esse interesse em trabalhar diretamente com a empresa, trouxe uma motivação maior para fazer a inscrição. “É muito bacana ver a JBS querer ir contra a maré que é a terceirização desse tipo de serviço. Isso me deu mais perspectiva de carreira, porque isso mostra que a empresa gosta de investir no capital humano e de inovar principalmente”, diz a advogada.

Nós conversamos com a Layenne para saber um pouco mais sobre a sua trajetória aqui na JBS!

 

O que te motivou a vir trabalhar conosco?

A JBS é uma referência, seja pelas marcas, pelo seu tamanho ou pelos serviços que ela presta. A empresa que eu atuava era mais regional, isso me deu motivação de ampliar o meu conhecimento, sair da minha zona de  conforto – já que eu trabalhava no ramo de transporte coletivo há 6 anos e meio.

A empresa possui diferentes frentes de negócio, ou seja, essa empresa não é só a Friboi, mas também é o processo produtivo da Seara, é a fábrica de sabonetes, de latas e muito mais – e eu sabia o quanto essa oportunidade iria me proporcionar bagagem em diversos segmentos. Queria me aventurar em busca de conhecimento agregando outras experiências e principalmente no corporativo.

 

O que um advogado em começo de carreira vai encontrar na JBS?

Eu entrei na empresa pelo PAT e é um lugar que você aprende constantemente, tem um grande contato com diversas áreas e conhece o processo no detalhe. Aqui você encontra uma equipe de departamento jurídico sempre disponível para ajudar, mesmo que remotamente – já que muitos profissionais são de outros estados.

 

Consegue dar um conselho para quem quer ser advogado trabalhista na JBS?

Você vai ter muitas experiências novas e vai conseguir olhar de um modo diferente a advocacia.  Aqui o profissional precisa conhecer o processo produtivo a fundo e por estar inserido dentro da fábrica, vestindo o uniforme e conhecendo o pessoal, ele acaba sendo uma referência e um contato junto com a unidade. É uma experiência bacana e enriquecedora que eu recomendo.

 

Quais mudanças você consegue enxergar na sua carreira?

Ter um olhar mais estratégico para o processo e  isso vai muito além de uma audiência ou preparar uma defesa, hoje em dia tenho uma visão macro do processo e consigo pensar em maneiras de atingir meus objetivos. Essa era uma característica que eu não possuía e que foi um verdadeiro marco na minha carreira.

Estar inserida nesse processo também pode te dar uma outra visão. Você vai querer conhecer mais o processo produtivo da JBS e o detalhe das atividades, e essa pode ser a chave para ter sucesso durante um processo. 

 

Que mudanças você nota na Layenne que era antes de trabalhar na JBS?

Sinto que amadureci muito durante o programa. Na parte pessoal, essa foi a primeira vez que eu morei sozinha e passei 4 meses em SP para a imersão. Depois fui realocada para trabalhar na unidade de Marabá (PA), então foi minha primeira experiência morando sozinha e ter que me virar, ficar longe da família  – foi uma situação de amadurecimento muito tensa.

Além disso, sinto que ganhei mais confiança no meu trabalho, no PAT nós contamos com o auxílio de todo o departamento jurídico e trabalhamos em pares – as pessoas também abraçam a demanda dos colegas e sentem prazer em ajudar. Os coordenadores e a liderança que têm nesse programa estão sempre auxiliando e motivando a equipe, confiam no nosso trabalho e essa troca é muito boa.

Hoje eu consigo ter um novo olhar para um processo, ser mais detalhista, estratégica. Amadureci muito profissionalmente e consigo enxergar as diferentes nuances de cada processo, cada detalhe é apaixonante.

 

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