Saúde Pública

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Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) foram uma das principais demandas recebidas pelo programa. Serão mais de 17 milhões unidades de EPIs para mais de 200 cidades no Brasil.

 
 

Além dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), o programa também está entregando 265 respiradores para diversas cidades, assim como mais de 1.800 leitos de UTI e clínicos.

O programa contempla, ainda, a construção de dois hospitais modulares: em Porto Velho (RO) e em Ceilândia (DF), entregue no último dia 13/07. Os projetos estão a cargo da Brasil ao Cubo, responsável pelos hospitais modulares do M’Boi Mirim, em São Paulo (SP), e de Porto Alegre (RS). O prazo médio de entrega das instalações é de 30 a 45 dias. As estruturas são liberadas aos governos estaduais prontas para uso, já com todos os equipamentos instalados. A inspiração para esse modelo de estrutura vem da cidade chinesa de Wuhan, epicentro da pandemia, que finalizou um hospital com 1,5 mil leitos em somente 10 dias.

Ao contrário dos hospitais de campanha, os hospitais modulares serão ativos permanentes, que estarão a serviço da população também após o fim do surto de Covid-19. Uma das premissas para liberação do projeto é justamente a demonstração de capacidade de gestão pelo estado, para que o atendimento seja mantido. A opção de construir os hospitais modulares como anexos de instituições já existentes permite aproveitar toda a estrutura, ampliando a capacidade de assistência e atendimento.

No geral, a falta de equipamentos para o tratamento dos casos mais graves de Covid-19 é um dos principais problemas nos estados e municípios ouvidos pela JBS. Entre os itens mais requisitados estão monitores multiparâmetro, total de mais 1.400 unidades, um dos principais equipamentos hospitalares de suporte à vida. Mais popularmente conhecidos como monitores de sinais vitais, esses aparelhos apresentam para as equipes médicas, em tempo real, as condições de saúde do paciente. Isso permite aos médicos tomar decisões rápidas e assertivas de tratamento. Além da frequência cardíaca, os monitores multiparâmetro medem a frequência respiratória e a oximetria – quantidade de oxigênio no sangue – dos pacientes. Até o momento, a JBS destinou verba para a compra de mais de 5.000 desses aparelhos, que serão entregues em todas as regiões do país.

Outro item de grande demanda são as bombas de infusão, utilizadas para aplicação de medicação intravenosa, como sedativos. Foram adquiridas 1.200 bombas, cuja utilização em UTIs é importante porque permite ministrar de maneira exata a dosagem prescrita. Completam a lista de demandas os aspiradores de secreção, camas clínicas, camas de UTI, desfibriladores, macas de transporte, termômetros digitais, estetoscópios, tomógrafos, aparelhos de raio-X, ultrassons portáteis e eletrocardiógrafos com carrinho. Também já foram providenciadas pela empresa 84 ambulâncias.

Para além dos aparelhos, a JBS vai entregar leitos de UTI e leitos clínicos de enfermaria completos. Os primeiros são compostos de bomba de infusão, monitor multiparâmetro, central de monitorização, cama com colchão, respirador e desfibrilador. Já os leitos clínicos contêm cama com colchão, maca de transporte com colchão, monitor multiparâmetro, eletrocardiógrafo, carro de parada com bandeja para desfibrilador e termômetro.

Um tipo de insumo em especial tem servido ao atendimento das emergências de saúde pública e social: os itens de higiene e limpeza. Doados tanto a famílias carentes como a hospitais, esses materiais ajudam a evitar a propagação do coronavírus. Mais de 1 milhão de litros desses produtos, entre eles: frascos de álcool líquido, álcool em gel, água sanitária, sabonete líquido e desinfetantes hospitalares, estão sendo adquiridos para doação pela JBS.

Também serão doadas 416 mil máscaras de tecido, incentivando a população nas regras de combate à doença e contribuindo com as economias locais, já que a empresa optou, neste item, por fornecedores das regiões a serem ajudadas. Em linha com as necessidades das localidades consultadas, o auxílio provido pela JBS não se restringe a itens materiais. A Companhia doou ao estado de São Paulo, por exemplo, o serviço de 40 fisioterapeutas pulmonares que atenderão pacientes no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Os fisioterapeutas são responsáveis pelo monitoramento e operação dos respiradores, aparelhos fundamentais em casos graves de infecção pelo novo coronavírus. Os profissionais, cuja contratação foi custeada pela JBS, vão atuar no Instituto Central (ICHC), que recebe exclusivamente pacientes diagnosticados com Covid-19.

Outro exemplo: a JBS providenciou o fretamento de um avião para trazer ao Brasil equipamentos e medicamentos da China para outra capital do Sudeste.

Em Salvador (BA), a Companhia doou o custeio de parte da construção da segunda tenda do hospital de campanha da cidade. A estrutura terá 100 leitos para atender pacientes diagnosticados com Covid-19. A JBS contribuiu também com o custeio da reforma de uma nova ala de UTI na Associação Hospitalar Santa Casa de Lins, interior de São Paulo. O hospital vai receber 30 novos leitos, mobiliário e enxoval com novas roupas de cama, toalhas entre outros itens.

Destaca-se, ainda, iniciativa da JBS em Mato Grosso do Sul. No município, a Companhia também confirmou que fará investimentos em equipamentos hospitalares para o Hospital da Missão Caiuá e para a compra de medicamentos e EPIs. A instituição de saúde atende cerca de 17 mil pessoas das aldeias Jaguapirú e Bororó.

Além das doações hospitalares e equipamentos médicos na frente da Saúde Pública, a JBS também apoiou a divulgação da iniciativa do EAD (ensino a distância) gratuito para diversos profissionais da saúde, com apoio das ferramentas disponibilizadas pelo hospital Albert Einstein e do Instituto MV, por meio das quais uma equipe fornecerá treinamento gratuito sobre a operação de leitos hospitalares para os profissionais de saúde. Saiba mais no link: https://jbs.com.br/fazerobemfazbem/ead-para-profissionais-de-saude/