Sustentabilidade

Ecoeficiência de processos

A JBS também tem feito investimentos para melhorar a qualidade ambiental de seus processos produtivos, com o objetivo de reduzir o consumo de água, energia, as emissões atmosféricas (CO2) e a geração de resíduos.

Em 2015, a empresa investiu mais de R$ 716,4 milhões em gestão e melhorias ambientais em âmbito global. Esses investimentos contemplam projetos relacionados ao tratamento de efluentes, gerenciamento de resíduos sólidos, emissões atmosféricas e de gases de efeito estufa, projetos de otimização no uso de água e outros temas.

Água
A água é um dos insumos mais importantes nos processos produtivos da JBS. Conectada a todos os outros temas materiais da empresa, a água faz parte da política ambiental da companhia com diretrizes corporativas e metas para redução do consumo em suas unidades industriais. Toda a água utilizada pela empresa é coletada e tratada para garantir a qualidade necessária ao processo produtivo.

Em 2015, a JBS Brasil aprimorou os processos voltados a esse tema e instituiu o Programa de Gestão Sustentável de Água. O objetivo é buscar mais eficiência no uso do recurso natural e reduzir o risco de desabastecimento nas unidades industriais. 

O programa conta com um comitê que representa todas as unidades de negócios da companhia no Brasil. Suas atribuições incluem:

  • Identificar as unidades da JBS e as microbacias hidrográficas críticas e prioritárias;
  • Engajar colaboradores;
  • Desenvolver projetos, definindo alocação de investimentos e estabelecendo metas de redução no consumo de água nos processos produtivos;
  • Atuar junto a agentes públicos e formuladores de políticas públicas;
  • Prever o desenvolvimento de projetos além dos limites operacionais da empresa, incluindo a cadeia de fornecedores nos esforços de recuperação e preservação dos recursos hídricos;
  • Elaborar soluções inovadoras para o reuso da água.


Energia
Em 2015, cerca de 78,5% de toda a energia direta consumida nas operações da JBS no Brasil vieram de fontes renováveis como hidrelétricas e queima de combustíveis renováveis, a exemplo do bagaço de cana, madeira de reflorestamento, entre outros. Em relação à combustão estacionária, esse percentual se eleva a 96,6%.

Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE)
Para gerenciar as emissões de gases de efeito estufa (GEEs), todas as operações da JBS no mundo têm quantificadas suas emissões - diretas (escopo 1), indiretas de energia (escopo 2) e indiretas (escopo 3) - provenientes das atividades que desenvolve. Com base nesses indicadores são estabelecidas estratégias para minimizar o impacto dos negócios na dinâmica climática do Planeta. Das operações brasileiras, os inventários anuais são realizados desde 2009 e, a partir de 2011, esses levantamentos passaram a incluir as operações globais.

As informações que compõem o inventário de emissões são geridas por um sistema informatizado, com indicadores de sustentabilidade e produção, o que permite acompanhar a performance de cada unidade por meio do histórico de emissões ao longo dos anos. Essas informações são reportadas anualmente no Programa Brasileiro GHG Protocol, no CDP - Driving Sustainable Economies – módulo Mudanças Climáticas, e no Índice de Carbono Eficiente (ICO2) da BM&FBovespa.

Resíduos Sólidos 
A JBS gerencia e identifica oportunidades de reaproveitamento dos resíduos sólidos decorrentes de suas operações, de forma a minimizar os impactos ao meio ambiente, por meio do uso consciente dos recursos naturais e às comunidades do entorno das operações.

No Brasil, mais de 80% dos resíduos pós-industriais gerados são destinados para compostagem, reciclagem ou reaproveitamento energético. 

As ações de gerenciamento de resíduos sólidos adotadas nas operações brasileiras buscam reduzir o volume de resíduos gerados, reaproveitar os materiais que podem ser reciclados e dar a destinação ambientalmente adequada aos que devem ser descartados. As ações também estão em consonância com as exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que determina a adoção de boas práticas, como contribuir com a logística reversa de embalagens pós-consumo, aumentar o percentual de materiais reciclados e reduzir o volume de resíduos destinados para aterro.